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Os insights depois do evento

Postado em 11/10/2019

Dia 19 de agosto aconteceu o KWB Insights, evento que comemorava os 25 anos da KWB e trazia para a cidade influências disruptivas para empresas e pessoas. Assisti ao evento da mesma forma que a grande maioria que estava lá: como espectadora.

Se por um lado queria já fazer parte do quadro de colaboradores da época, para ter feito parte dos bastidores de algo tão intelectualmente grandioso, por outro foi uma experiência superinteressante ver tudo acontecer ao lado do público. E é assim que estreio aqui, compartilhando meus insights com vocês!

Painel com sócios

O evento começou com o painel dos sócios. Mesmo já sabendo um pouco sobre a agência, a conversa entre os três sócios foi tão sincera e descontraída que em poucos minutos já me sentia íntima da história ali contada. O senso de equipe, a trajetória e o crescimento das pessoas dentro da empresa, o entusiasmo ao falar sobre situações e desafios, tudo contribuiu para confirmar o que eu já imaginava: mais do que uma agência sólida, era um ambiente de fato disruptivo, onde todo mundo vestia a camisa.


LEANDRO BRAVO

ROI e o marketing de influência

Leandro Bravo foi o palestrante seguinte, trazendo bastante informação sobre ROI e o marketing de influência. Ele começou deixando clara a diferença (ainda muito confundida) entre influenciador, celebridade e influenciador digital. Mostrou que somos muito mais digitalmente influenciados do que imaginamos e que, hoje, as pessoas já confiam mais em influenciadores que indicam algo do que em marcas. Ele também frisou algo muito importante: não devemos nos deslumbrar com números de seguidores! O marketing de influência funciona quando feito com sabedoria, construído estrategicamente e com pessoas que geram engajamento verdadeiro.


MARCUS ROSSI

Reinvente-se: uma forma diferente de pensar a nova economia

 Em seguida, subiu ao palco Marcus Rossi, falando sobre novas formas de pensar a economia. Suas mensagens foram impactantes e certeiras. “Mude rápido ou morra”: é bastante provável que as verdades de hoje já não sejam as mesmas de amanhã e quanto antes aceitarmos isso e entrarmos no fluxo da inovação, maiores são as chances de... errar! Ou de acertar, também! É aí que entra a segunda lição: “Não existe inovação sem erro”. A cultura de testes (que envolve erros e correções) está dentro das maiores empresas do mundo. Abrir-se ao erro é a única chance de prosperar, caso contrário é sinal de que não há tentativa. Por último, o que chamou bastante atenção foi a frase “O desconforto é a nova rotina”. Esse mote já é seguido aqui na KWB e é a realidade do empreendedorismo. “Desconforto” é uma palavra que assusta, mas para de dar medo quando você não a encara pelo seu significado ruim e sim pelo sentido de “fora da zona de conforto”, abandonando o que é visto como clássico ou obrigatório, mas que não dá mais certo.

RAFAEL MARTINS

A comunicação do futuro e como isso impacta no seu negócio

 Rafael Martins ganhou a vez para expor todo seu conhecimento sobre a comunicação do futuro e o impacto dela nos negócios. Começou constatando a nova realidade: ao interagir com alguma marca não somos mais consumidores, somos cocriadores. Então, as marcas não podem mais usar de um discurso com imposições e falácias, elas devem agir como “amigos de bar”, porém, de forma relevante a ponto de conseguirem continuar a conversa com as pessoas de modo agradável e natural. O desafio funciona! É trabalhoso, mas quando se tem estratégia, conteúdo e propósito funciona! Aliás, esse foi outro ponto bastante tocado: o propósito. É isso que as pessoas querem ver hoje em dia, é isso que as empresas precisam abraçar (mas de verdade, se for mascarado todo mundo vai estar ligado, viu?) e é essa a verdade que devem viver.

MARCIO BALLAS

Improviso e criatividade

O último palestrante da noite foi Marcio Ballas, esbanjando simpatia e trazendo risadas ao público desde os primeiros segundos. Improviso e criatividade foram demonstrados na prática, com voluntários da plateia que brilharam na atuação (como era mesmo o nome da cidade? Regente Feijó?). E duas questões ficaram marcadas, não só para levar para o universo do trabalho e sim para a vida: cocriar é preciso! Quando trabalhamos juntos, nos ajudando, incentivando e abrindo as portas para crescermos juntos, prosperamos. A outra foi tirar o não do processo criativo. Claro, como profissionais que mexem com criatividade devemos saber filtrar alguns detalhes estratégicos para fazer as coisas funcionarem, mas antes, ali no comecinho, qualquer possibilidade é válida, pois é assim, sem julgamento, que nascem os melhores insights.

Se você assistiu às palestras, adoraríamos saber quais foram seus insights também! Venha contar pra gente! E se não conseguiu ir nessa edição, vou te contar que vale a pena torcer para que aconteça uma próxima, viu?


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